sábado, 24 de agosto de 2013
Autonomia Individual = Neoliberalismo (Boaventura de Sousa)
Acabei de ver um video que me enviou um amigo, através de um canal Galiza Ano Cero de Boaventura de Sousa (1h e 21´) pensador e ativista português "intelectual de retaguarda".
Ele fala da situaçao econômica/política e social de Europa em especial de Portugal com retrospectiva histórica, bastante esclarecedora. " democracia suspensa, desmantelamento do estado de bem estar, estado de exceçao, estado de emergência, democradura, ditabranda, destruiçao do pensamento critico nas universidades públicas, ecologia do saber, Paulo Freire, Grupo Bilderberg, transformaçao do trabalho num recurso global, Forum Social Mundial, luta legal e ilegal..." sao expressoe usadas por ele neste vídeo onde reinvidica unir todas as formas do saber, criar um novo paradigma para reconstruir um Estado democrático.
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sexta-feira, 23 de agosto de 2013
auto- ajuda X fast food
Estive pensando outro dia sobre o significado da palavra "auto-ajuda". Segundo o dicionário de português;
1. procedimento que consiste em fazer uso dos próprios recursos para atingir objetivos práticos ou resolver dificuldades
2. série de orientações e conselhos que têm por fim permitir este procedimento
Mas, si o que diz o significado é algo que todos deveriamos buscar para a nossa melhoria como pessoa, entao por que o preconceito existente na palavra?!
Será que o ato de auto-ajudar foi se degradando com o tempo por causa dos livros/escritores de fácil comercializaçao?! Analisando minha própria trajetória como leitora vejo que minhas necessidades e inclusive minha compreensao foram "evoluindo" com o tempo. Para compreender livros mais complexos hoje, tive que passar antes por outros de "fácil digestao", ou seja, estes me ajudaram no meu processo de auto- aprendizado. E nao vejo porquê tenha agora que menosprezá-los ou me sentir envergonhado por havê-los lido, mas bem me sinto agradecida por todos eles, pois sei que em cada um aprendi algo, e em cada filme que vi, as viagens que fiz e as pessoas que passaram pela minha vida, todos me ensinaram algo, todos contribuiram a ser quem sou hoje. Me orgulhece haver buscado as soluçoes eu mesma, haver aprendido com meus erros e sobretudo nao haver delegado esta responsabilidade nem aos meus pais, nem a nenhuma religiao, nem ao meu marido e nem mesmo a nenhum psicólogo, psicoterapêuta, psiquiatra... apesar de entender que toda "ajuda" pode ser válida desde que seja temporal.
Ou será que vivemos um mundo tao corrompido de valores, e tao "fast food" que já nao queremos parar para pensar, refletir, olhar para dentro, ainda que seja através de um livro/artigo/blog de auto-ajuda...???!!!
1. procedimento que consiste em fazer uso dos próprios recursos para atingir objetivos práticos ou resolver dificuldades
2. série de orientações e conselhos que têm por fim permitir este procedimento
Mas, si o que diz o significado é algo que todos deveriamos buscar para a nossa melhoria como pessoa, entao por que o preconceito existente na palavra?!
Será que o ato de auto-ajudar foi se degradando com o tempo por causa dos livros/escritores de fácil comercializaçao?! Analisando minha própria trajetória como leitora vejo que minhas necessidades e inclusive minha compreensao foram "evoluindo" com o tempo. Para compreender livros mais complexos hoje, tive que passar antes por outros de "fácil digestao", ou seja, estes me ajudaram no meu processo de auto- aprendizado. E nao vejo porquê tenha agora que menosprezá-los ou me sentir envergonhado por havê-los lido, mas bem me sinto agradecida por todos eles, pois sei que em cada um aprendi algo, e em cada filme que vi, as viagens que fiz e as pessoas que passaram pela minha vida, todos me ensinaram algo, todos contribuiram a ser quem sou hoje. Me orgulhece haver buscado as soluçoes eu mesma, haver aprendido com meus erros e sobretudo nao haver delegado esta responsabilidade nem aos meus pais, nem a nenhuma religiao, nem ao meu marido e nem mesmo a nenhum psicólogo, psicoterapêuta, psiquiatra... apesar de entender que toda "ajuda" pode ser válida desde que seja temporal.
Ou será que vivemos um mundo tao corrompido de valores, e tao "fast food" que já nao queremos parar para pensar, refletir, olhar para dentro, ainda que seja através de um livro/artigo/blog de auto-ajuda...???!!!
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Teresa Forcardes X capitalismo
Aqui está um vídeo de 47´ maravilhoso de Teresa Forcardes (catalana, beneditina, médica com doutorados em saúde pública e teologia) Uma mulher culta, politizada com um poder da oratória extraordinário, comprometida e sobre tudo corajosa!!!
Neste vídeo (existem muito outros em internet) fala sobre o capitalismo, medicamentos/vacinas, patentes, independência de Catalunha...
http://www.youtube.com/watch?v=6avaZow7JV0
Neste vídeo (existem muito outros em internet) fala sobre o capitalismo, medicamentos/vacinas, patentes, independência de Catalunha...
http://www.youtube.com/watch?v=6avaZow7JV0
sábado, 10 de agosto de 2013
La gran mentira política: !Estamos salvando a los bancos alemanes!
Penso que a maioria das pessoas nao querem despertar, talvez porque seja mais fácil permanecer dormindo, sonhando em que um dia tudo voltará a ser como antes. Si quero comprar um carro ou um apto ou simplesmente para cotinuar a "viver do conto" é só falar com o gerente do banco e ele contentíssimo nos facilitará tudo, as vezes inclusive mais do que necessitamos. Já sabemos que os bancos nunca foram os bonzinhos da película e si "regalaram" dinheiro, por algo foi... e si nos iludimos e consumimos muito, está na hora de aprender a liçao e ATUAR. Porque a soluçao, que está vindo desde cima, é para salvar os bancos e com nosso sacrifício; congelando as aposentadorias, os salários dos funcionários, subindo impostos, privatizando a educaçao pública e a sanidade pública, e a justiça!!!
Aí está um artigo de nuevatribuna.es que fala bem clarinho do tema.
La gran mentira política: !Estamos salvando a los bancos alemanes!
Eduardo Gutiérrez | Economista
nuevatribuna.es | 27 Julio 2012 - 08:14 h. .Es preciso levantar el velo mediático que nos han impuesto los grandes medios de comunicación. Las políticas de austeridad y recortes del gasto publico, son una excusa y coartada, en realidad estamos salvando a los bancos alemanes, aseguradoras francesas y otras grandes entidades financieras centroeuropeas, de las consecuencias de sus nefastas, incompetentes e irresponsables conductas como banqueros, aunque claro esta muy rentables para sus propietarios y ejecutivos.
El sistema bancario español esta muy endeudado, sobre todo, con bancos alemanes y aseguradoras francesas, con cifras próximas a los 1,2 billones de euros. Durante años, aquellas entidades concedieron créditos a los bancos españoles, sin comprobar si estos iban a ser capaces de devolverlos. Estamos ante una variante de los “prestamos subprime”, los que estaban en el origen, junto a prácticas regulatorias, de las crisis financieras de EEUU.
El resultado de tan descabellada conducta bancaria – para ellos muy lucrativas por las ingentes comisiones que cobraban cada vez que se concedían nuevos créditos al sistema bancario español - es un gigantesco riesgo de impago de dichos créditos.
Todos ellos conocían del destino de los créditos concedidos, la financiación a promotores inmobiliarios (aunque no sólo) que inflaban una gigantesca burbuja inmobiliaria. Son el núcleo de los activos incobrables de las entidades españolas, y el origen de la imposibilidad de que estas paguen sus desorbitados niveles de deuda a las centroeuropeas. ¿Por qué se siguieron financiando estas practicas, cuando todas las instituciones presentaban ratios de endeudamiento desorbitados?. ¿Quién tiene que responder de las políticas de análisis de riesgos que han realizado las entidades como Deutsche Bank, o Commerzbank, BNP, o AXA….?
Cuando una empresa da crédito comercial o financiero a un cliente –sea un particular o una entidad bancaria – que no tiene capacidad de reembolso por acumular endeudamientos exagerados - lo normal, y habitual, en el marco del imperio de las leyes mercantiles, es que el deudor se declare en suspensión de pagos, y se proceda a un “concurso de acreedores” (entre los que estarían en primer lugar por cuantía, los bancos alemanes, franceses, y centro europeos). Un acuerdo que en la mayoría de los casos implica bien la reestructuración o no cobrar la totalidad de lo prestado (“quitas de deuda”). En estricta aplicación del régimen privado que protagoniza la economía capitalista, los acreedores – los bancos alemanes a la cabeza – son los que no van a poder cobrar la totalidad de lo prestado a las entidades bancarias españolas, y otras grandes empresas.
Por más que hayan sido capaces de convencer, como habitualmente hacen los estafadores, a la opinión publica europea de lo contrario, lo cierto es que estamos salvando - a costa del paro, arrojando a millones de europeos a la miseria - a los bancos centroeuropeos. La Comisión Europea, los Gobiernos de los países miembros, están salvando, a los accionistas, e inversionistas, evitando que corran con las consecuencias de sus irresponsables políticas de compra de las emisiones de entidades españolas, portuguesas, irlandesas, griegas,…. Y mientras tanto, los grandes medios de comunicación adocenan a la clase trabajadora alemana, e la intoxican, con la complicidad de los tecnócratas del BCE, de los políticos de la Comisión Europea – que están llegando mas lejos que el FMI en sus recetas neoliberales -, con relatos que acusan de despilfarradores a los pueblos del Sur, y de lacras de la competitividad a los derechos laborales y sociales. ¿Hasta cuando el pueblo alemán, y su clase trabajadora va a seguir adormecida, con esos engaños, que esconden los auténticos, e irresponsables, culpables (y beneficiarios) de la crisis del euro?.
La tragedia de millones de familias europeas, de pensionistas, de trabajadores y de jóvenes europeos, tiene causa en el intento de evitar que la banca europea, sus accionistas, e inversores, no corran con las responsabilidades de sus actos en el marco del imperio de la económica privada del sistema económico capitalista. Que no nos cuenten cuentos. Son los bancos alemanes, principalmente, aunque no sólo, los que están siendo rescatados, con el dolor, miseria, exclusión, y desesperanza de millones de personas de carne y hueso. La memoria de los pueblos no olvidara, que para salvar a las oligarquías financieras, se pulverizaron las vidas de millones de europeos.
Si a alguien la caben dudas, atiendan a este testimonio: "Los rescates no son en primer lugar de los países con problemas, sino de nuestros propios bancos, que contienen altas cantidades de crédito allí". Peter Bofinger, asesor económico del gobierno alemán, en declaraciones a Der Spiegel el año pasado.
Aí está um artigo de nuevatribuna.es que fala bem clarinho do tema.
La gran mentira política: !Estamos salvando a los bancos alemanes!
Eduardo Gutiérrez | Economista
nuevatribuna.es | 27 Julio 2012 - 08:14 h. .Es preciso levantar el velo mediático que nos han impuesto los grandes medios de comunicación. Las políticas de austeridad y recortes del gasto publico, son una excusa y coartada, en realidad estamos salvando a los bancos alemanes, aseguradoras francesas y otras grandes entidades financieras centroeuropeas, de las consecuencias de sus nefastas, incompetentes e irresponsables conductas como banqueros, aunque claro esta muy rentables para sus propietarios y ejecutivos.
El sistema bancario español esta muy endeudado, sobre todo, con bancos alemanes y aseguradoras francesas, con cifras próximas a los 1,2 billones de euros. Durante años, aquellas entidades concedieron créditos a los bancos españoles, sin comprobar si estos iban a ser capaces de devolverlos. Estamos ante una variante de los “prestamos subprime”, los que estaban en el origen, junto a prácticas regulatorias, de las crisis financieras de EEUU.
El resultado de tan descabellada conducta bancaria – para ellos muy lucrativas por las ingentes comisiones que cobraban cada vez que se concedían nuevos créditos al sistema bancario español - es un gigantesco riesgo de impago de dichos créditos.
Todos ellos conocían del destino de los créditos concedidos, la financiación a promotores inmobiliarios (aunque no sólo) que inflaban una gigantesca burbuja inmobiliaria. Son el núcleo de los activos incobrables de las entidades españolas, y el origen de la imposibilidad de que estas paguen sus desorbitados niveles de deuda a las centroeuropeas. ¿Por qué se siguieron financiando estas practicas, cuando todas las instituciones presentaban ratios de endeudamiento desorbitados?. ¿Quién tiene que responder de las políticas de análisis de riesgos que han realizado las entidades como Deutsche Bank, o Commerzbank, BNP, o AXA….?
Cuando una empresa da crédito comercial o financiero a un cliente –sea un particular o una entidad bancaria – que no tiene capacidad de reembolso por acumular endeudamientos exagerados - lo normal, y habitual, en el marco del imperio de las leyes mercantiles, es que el deudor se declare en suspensión de pagos, y se proceda a un “concurso de acreedores” (entre los que estarían en primer lugar por cuantía, los bancos alemanes, franceses, y centro europeos). Un acuerdo que en la mayoría de los casos implica bien la reestructuración o no cobrar la totalidad de lo prestado (“quitas de deuda”). En estricta aplicación del régimen privado que protagoniza la economía capitalista, los acreedores – los bancos alemanes a la cabeza – son los que no van a poder cobrar la totalidad de lo prestado a las entidades bancarias españolas, y otras grandes empresas.
Por más que hayan sido capaces de convencer, como habitualmente hacen los estafadores, a la opinión publica europea de lo contrario, lo cierto es que estamos salvando - a costa del paro, arrojando a millones de europeos a la miseria - a los bancos centroeuropeos. La Comisión Europea, los Gobiernos de los países miembros, están salvando, a los accionistas, e inversionistas, evitando que corran con las consecuencias de sus irresponsables políticas de compra de las emisiones de entidades españolas, portuguesas, irlandesas, griegas,…. Y mientras tanto, los grandes medios de comunicación adocenan a la clase trabajadora alemana, e la intoxican, con la complicidad de los tecnócratas del BCE, de los políticos de la Comisión Europea – que están llegando mas lejos que el FMI en sus recetas neoliberales -, con relatos que acusan de despilfarradores a los pueblos del Sur, y de lacras de la competitividad a los derechos laborales y sociales. ¿Hasta cuando el pueblo alemán, y su clase trabajadora va a seguir adormecida, con esos engaños, que esconden los auténticos, e irresponsables, culpables (y beneficiarios) de la crisis del euro?.
La tragedia de millones de familias europeas, de pensionistas, de trabajadores y de jóvenes europeos, tiene causa en el intento de evitar que la banca europea, sus accionistas, e inversores, no corran con las responsabilidades de sus actos en el marco del imperio de la económica privada del sistema económico capitalista. Que no nos cuenten cuentos. Son los bancos alemanes, principalmente, aunque no sólo, los que están siendo rescatados, con el dolor, miseria, exclusión, y desesperanza de millones de personas de carne y hueso. La memoria de los pueblos no olvidara, que para salvar a las oligarquías financieras, se pulverizaron las vidas de millones de europeos.
Si a alguien la caben dudas, atiendan a este testimonio: "Los rescates no son en primer lugar de los países con problemas, sino de nuestros propios bancos, que contienen altas cantidades de crédito allí". Peter Bofinger, asesor económico del gobierno alemán, en declaraciones a Der Spiegel el año pasado.
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
"Menos mal que nos queda Portugal"
Está é uma frase que tem uma (e)história por detrás... Conta-se que nasceu quando Espanha "perdeu" a Cuba. E que parece ser os Portuguêses nao gostaram nada... resquicios de imperialismos de ambas partes?! O fato é que este "distanciamento" ainda se sente hoje. Nao vejo nenhum esforço (principalmente por parte dos espanhois) em estreitar laços políticos, econômicos ou culturais com seu vizinho. E a prova está no idioma que apesar de recebermos muito turismo português, quase nenhum espanhol aqui nesta zona de Galicia, fala o idioma nos hotéis, restaurantes ou oficinas de turismo!
Eu adoro Portugal e adoro Espanha e adoro Brasil. E cada vez que vou a Portugal me sinto afetada com o sofrimento que está provocando a crise econômica ali...
Apesar de entender os porquês técnicos, me pergunto por que chegou primeiro em Portugal? por que está sendo bem mais devastadora ali? Uma gente tao amável, trabalhadora e hospitaleira...
Penso que só sairemos desta com Uniao, Solidariedade (dando e recebendo o peixe e mais, aprendendo a pescar), Cooperativismo, Associaçoes, melhorando nossa Auto Estima, apostando por nós mesmos e em nossas capacidades. Assumindo a Responsabilidade de nossas vidas e deixando de esperar e crer nos políticos (pobres marionetes).
Eu adoro Portugal e adoro Espanha e adoro Brasil. E cada vez que vou a Portugal me sinto afetada com o sofrimento que está provocando a crise econômica ali...
Apesar de entender os porquês técnicos, me pergunto por que chegou primeiro em Portugal? por que está sendo bem mais devastadora ali? Uma gente tao amável, trabalhadora e hospitaleira...
Penso que só sairemos desta com Uniao, Solidariedade (dando e recebendo o peixe e mais, aprendendo a pescar), Cooperativismo, Associaçoes, melhorando nossa Auto Estima, apostando por nós mesmos e em nossas capacidades. Assumindo a Responsabilidade de nossas vidas e deixando de esperar e crer nos políticos (pobres marionetes).
Documental e aulas de Arcadi Oliveres
Encontrei uma página web com material didático sobre Arcadi Oliveres este economista defensor dentre muitas coisas, da paz, do decrescimento e da saída do euro. E que propoe de forma didática 6 açoes para acabar com a crise;
1- Implantaçao da "Tasa Tobin"
2- Acabar com a fraude fiscal
3- Nacionalizar os bancos (aqueles que o governo injetou dinheiro público para salvá-los)
4- Vigiar para que as "Cajas de Ahorro" continuem sendo Fundaçoes (cumprindo fins sociais)
5- Implantaçao da Banca Ética
6- Eliminar o gasto militar
Estao gravando um documental sobre ele e penso que vale a pena difundir este material. têm também muitas das suas aulas que foram gravadas e estao disponíveis em youtube para aprender gratis!
1- Implantaçao da "Tasa Tobin"
2- Acabar com a fraude fiscal
3- Nacionalizar os bancos (aqueles que o governo injetou dinheiro público para salvá-los)
4- Vigiar para que as "Cajas de Ahorro" continuem sendo Fundaçoes (cumprindo fins sociais)
5- Implantaçao da Banca Ética
6- Eliminar o gasto militar
Estao gravando um documental sobre ele e penso que vale a pena difundir este material. têm também muitas das suas aulas que foram gravadas e estao disponíveis em youtube para aprender gratis!
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domingo, 4 de agosto de 2013
Medicina Natural em Nicarágua.
Esta é sem dúvida uma atitude revolucionária de Nicarágua. A criaçao de uma nova lei de medicina natural. Aí está um vídeo em que a Drª Maria Teresa Llari Catalana e residente em Manágua fala de como se implantou a lei, de medicina natural, Nova Medicina Germânica e do uso terapêutico da água do mar. Vale a pena escutá-la. Penso que Nicaragua está dando uma grande liçao ao mundo contrariando os interesses das grandes farmacêuticas, respeitando a cultura do seu povo e apostando por uma vida mais sana!
http://www.youtube.com/watch?v=RJ9Xk70uLmc
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sexta-feira, 2 de agosto de 2013
La crises por Arcadi Oliveres en video
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